Gráfica




A gráfica da Casa Publicadora das Assembleias de Deus, atualmente, possui um maquinário moderno para imprimir e fazer todo o acabamento das suas edições, que inclui os processos de dobra, alceamento, costura, colagem de capa, corte e selagem. Mas nem sempre foi assim, no início, como a editora não tinha recursos para montar um parque gráfico à altura, recebeu doações de impressoras tipográficas usadas e antigas (foto ao lado - final do ano de 1948).

 

Com o passar dos primeiros anos de atividade da CPAD e a chegada da década de 70, surge um desafio: a modernização gráfica. O processo iniciou-se com a aquisição da rotativa off-set Goss, adquirida com o sistema de fotocomposição – na época o que havia de mais moderno em matéria de pré-impressão (foto ao lado). Esses passos ousados permitiram à Casa Publicadora produzir suas Lições Bíblicas com rapidez, uma conquista considerável.


Nos anos 80, foram compradas as primeiras impressoras off-set planas, máquinas nacionais, uma vez que era proibida a importação de equipamentos de primeira linha em razão da política de reserva de mercado que vigorava. Nesse período também foi adquirida a encapadeira de livros, agilizando e muito a produção de livros que se tornava uma linha crescente na Casa.

Em meados da década de 90, deu-se início ao uso do sistema de pré-impressão totalmente automático com o scanner, que passou a permitir a digitalização de imagens e posterior emissão de filmes pela Imagesetter Dolev 4 Press. Com o constante aumento de suas demandas, o parque gráfico da CPAD tornou-se acanhado e tecnologicamente defasado, pois as tiragens de algumas de suas edições ( folhetos, Lições Bíblicas e edições da Editorial Patmos) são cifradas em milhões. Para que a impressão e acabamento de todo esse material não viessem a ser terceirizado, o que acabaria por aumentar o preço final de cada produto, a CPAD decidiu modernizar o seu parque gráfico.

Em 2002, somava-se um investimento de dois milhões e duzentos dólares em duas máquinas: a impressora Speedmaster, fabricada pela alemã Heidelberg, com capacidade de 13 mil impressões por hora e uma máquina automática da marca Müller Martini para alceamento, grampeação e corte trilateral de revistas e cadernos.

Em 2005, a Casa investiu na aquisição da encadernadora italina Eurobinder. Já em 2008, foi investido na importação de uma guilhotina industrial da empresa Heidelberg Postpress Deutschalnd, modelo MI37X. Esses investimentos tecnológicos deram um salto de qualidade e produtividade inéditos na história da editora.


 

Este setor é um dos mais importantes da Casa, pois trabalha com o produto final. Por esse motivo, as melhorias e aquisições de máquinas modernas devem ser constantes para otimizar as rotinas de produção.

Por ano, a gráfica consome aproximadamente duas mil e 500 toneladas de papel. Todo esse volume é utilizado para levar o Evangelho de Cristo para o Brasil e para o mundo.